Deve haver tantas versões de apple crumble como de bacalhau com natas. Esta versão dedico ao meu querido V. Narciso, em Missão em Taiwan, que é o português (que eu conheça) que melhor fala chinês (soa tal-e-qual!), porque é um grande apreciador do meu crumble. Se não me falha a memória, a receita é da minha doce Helena, do tempo em que éramos bolseiras JTI.19 de junho de 2009
Maçãs do paraíso II
Deve haver tantas versões de apple crumble como de bacalhau com natas. Esta versão dedico ao meu querido V. Narciso, em Missão em Taiwan, que é o português (que eu conheça) que melhor fala chinês (soa tal-e-qual!), porque é um grande apreciador do meu crumble. Se não me falha a memória, a receita é da minha doce Helena, do tempo em que éramos bolseiras JTI.8 de junho de 2009
Banoffee
Banoffee é o casamento de banana com toffee. O resultado é… enfim, delicioso! Esta receita é uma versão da original banoffee pie que contém uma base de bolacha com manteiga, cozida no forno, e o resto dos ingredientes que aqui refiro dispostos por cima. Num restaurante, em Alfornelos, costumo comer esta versão menos calórica mas que não fica nada atrás. É muito simples de confeccionar. Desde que apareceu o leite condensado cozido, confesso que nunca mais cozi qualquer lata. É também muito rápido de fazer. Deve comer-se fresquíssimo, com a colher a misturar tudo o que está na taça e depois prova-se com os olhos fechados!Para 6 taças:
6 bolachas esmigalhadas (podem ser Maria, de aveia, shortcake, digestivas, o que se proporcionar)
1 banana grande ou 2 pequenas
½ lata de leite condensado cozido
200-300 mL de natas frescas
2 c. sopa de açucar
1- Em taças ou copos colocar as bolachas, reservando uns pedacinhos para decorar.
2- Cortar a banana em pedaços pequenos e distribuir por cima das bolachas.
3- Deitar 2 colheradas de leite condensado em cada copo, por cima da banana.
4- Bater as natas com suavidade e, quando começarem a ganhar consistência, juntar o açúcar. Bater ainda mais suavemente para formar um chantilly muito fofo. Distribuir as natas batidas pelas taças e decorar com a bolacha reservada.
26 de maio de 2009
Brisas Africanas

11 de maio de 2009
Tarte de 3 chocolates



Os almoços/jantares de família são, por excelência, momentos de partilha de afectos e sabores. Este domingo tivemos um almoço “supimpa” em casa dos avós e a nossa contribuição foi uma tarte que já tinha cobiçado do Forum Bimby (porque os olhos levam o estômago a pecar). Deixo aqui as fotos. A receita podem encontrá-la no Forum (receita da Yuska) e possíveis decorações, estão também no Forum (da Alegna). Adoptei a versão rústica/bucólica, aproveitando as sobras de chocolate branco, que derreti no microondas, para ter aquele final feliz: as cerejas no topo do bolo!
Entre vários tupperwares, a avó preparou-nos esta fantástica cesta para trazermos para casa! Linda, não acham?

7 de maio de 2009
Clafoutis de maçã

A receita:
400 g maçã
1 clara em castelo
5 gemas + 4 claras
100 g açúcar
1 c. chá essência de baunilha
50 g farinha
4 dL leite
Manteiga e farinha para untar uma forma refractária
Cortar a maçã descascada em cubinhos pequenos. Reservar.
Bater a clara em castelo (6 Min/Vel 3 ½). Reservar.
Bater o resto dos ingredientes (20 Seg/Vel 5).
Misturar a clara com as maçãs e a restante massa e verter este preparado na forma. Levar ao forno aquecido a 180 ºC. Verificar com um palito o final da cozedura.
Pode comer-se simples ou polvilhada com açúcar e canela. Gosto dela morna!
28 de abril de 2009
Tinha que ser!
Finalmente, após um parto difícil, nasceu o meu "diário" da idade adulta.
Neste espaço, espero
divertir-me partilhando receitas, recordações de viagens, surpresas e desabafos.

O título podia ser outro qualquer, mas... fatias douradas ao pequeno-almoço...é daquelas coisas que ADORO. Eu e a família. Este blog só é possível com a colaboração do meu Johnnybigodes que fotografa e também cozinha.
Normalmente, enervam-me as receitas que rezam "um pouquinho disto...", "umas colheres daquilo...", "algumas gotas daqueloutro...", a célebre "pitada de não-sei-quê", e nada mais empírico do que "fatias douradas" para começar a botar discurso. Digamos que as faço desde a adolescência, com qualquer tipo de pão branco (as das fotos são com pão de forma fresco) em qualquer estado de envelhecimento, leite adoçado em quantidade apropriada para o número de fatias, uma gemada leve, um fundinho muito tímido de óleo na frigideira, que se renova quando necessário, um lume brando para dourar os dois lados e uma mistura de açúcar e canela onde vão repousar e sacudir-se depois de "fritas". Como ficam bem embebidas de leite, não há hipótese de ficarem gordurosas.
Sejam bem-vindos, pois.