18 de janeiro de 2010

Queques de maçã


Mais uns bolinhos para o chá ou para os lanches da pequenada. Em geral, faço metade das quantidades descritas a seguir, todavia, deixo a versão original que está na p.90 do livro Doces e Sobremesas da Bimby.

8 ovos
200 g óleo
400 g açúcar
450 g farinha
2 iogurtes naturais
2 c. chá de fermento
2 a 3 maçãs fatiadas sem casca

Colocar no copo os ovos, o óleo, o açúcar e os iogurtes. Programar 5 Min/37º/Vel 3.
Juntar a farinha e o fermento e programar 15 Seg/Vel 3.
Deitar em formas untadas com manteiga e polvilhadas de farinha (ou forradas com forminhas de papel plissado) e enfeitar cada forma com 3 ou 4 fatias de maçã.
Levar ao forno a 180 ºC, durante cerca de 25 minutos.

14 de janeiro de 2010

Risotto de bacalhau



Risotto rima com arroz "maroto", isto é, não é malandro nem malandrinho, é cremosinho! Não se aflijam! Não é graças à veia poética que recebo o ordenado no fim do mês! Estava frita!

Este é um risotto muito ao gosto dos garfos cá de casa. Sem Bimby, faz-se na mesma. O único inconveniente é ir enxugando o líquido da cozedura e o ir repondo, até que os bagos de arroz estejam no ponto. Esta receita está na p. 21 da última revista Bimby (n.11).


1 cebola
2 dentes de alho
10 g coentros
30 g azeite
200 g tomate (maduro, sem pele e picado)
80 g vinho branco
900 g água
350 g arroz para risotto
380 g bacalhau demolhado, desfiado (ou sobras de bacalhau cozido)
Sal e pimenta qb

No copo colocar a cebola, os alhos, o azeite e os coentros. Picar: 5 Seg/Vel 5.
Juntar o tomate e refogar: 5 Min/Varoma/Vel colher inversa.
Juntar o vinho e programar 2 Min/Varoma/Vel colher inversa.
Juntar o resto dos ingredientes e programar 16 Min/100º/Vel colher inversa.
A meio da cozedura, parar para envolver o que está no copo e retomar a cozedura. Aproveitar para rectificar os temperos.
Se no fim do tempo o arroz não estiver completamente cozido, programar mais 3 ou 4 minutos na mesma temperatura e velocidade.
Servir de imediato.

13 de janeiro de 2010

Dourada ao sal

Antes da Bimby, fazia a dourada ao sal no forno e misturava o sal com 2-3 ou 4 claras em castelo. Era uma forma de aproveitar claras! No forno, deixava assar em temperatura moderada (180 ºC) até que a crosta de sal ficasse bem sólida e dourada. O sinalizador do tempo era o meu olfacto que me dizia que estava pronta. E isto não vos consigo traduzir...
Desde que tenho a Bimby, sou mais exacta nos tempos e cumpro o seguinte protocolo (livro base p.66) :

1 dourada inteira (800 g a 1 kg), bem lavada e seca com papel absorvente
1.5 kg sal grosso
1 L água

Deitar a água no copo e aquecer 10 Min/Varoma/Vel 1.
Colocar uma camada de sal na Varoma, dispôr a dourada em cima e cubrir com o sal restante. Pode ter que se cortar um pouco do rabo para caber na Varoma. Reservar.
Retirar o copo medida, colocar a Varoma sobre o copo e programar 40 min/Varoma/Vel 2. Deixar arrefecer durante alguns minutos antes de retirar o recipiente.
Partir cuidadosamente a camada de sal e retirar a pele da dourada.
Muitas vezes, aproveito e cozo batatas, com a pele, no cesto. Para isso, do tempo total uso apenas 15 a 20 minutos.

8 de janeiro de 2010

Bôla de carnes


Esta receita é feita cá em casa desde que me lembro de ser gente (ainda com acento circunflexo). É da minha mãe, que a pescou não sei onde, embora seja sempre eu que a faço. Depois da Bimby, temo-la robotizado. A massa, claro! A escolha das carnes é variável mas o bacon é presença obrigatória. Esta receita dá para fazer um bôla (rolo) grande mas a máquina já só foi a tempo de fotografar o fim da mesma.

500 g farinha tipo 65
30 g fermento de padeiro
1 chávena de chá de leite
50 g de banha
2 ovos
1 c. chá de sal fino
Carnes frias sortidas fatiadas (bacon, chourição, paio, fiambre)
Gema para pincelar

1-Dissolver o fermento no leite morno.
2-Colocar a farinha em monte, fazer uma cova e nela inserir, o leite com o fermento, a banha, o sal e os ovos. Amassar bem até obter uma massa homogénea. Se a massa pegar às mãos, juntar mais um pouco de farinha.
3-Com o rolo estender a massa em rectângulo, dispor por cima um tapete com as carnes e enrolar com se fosse uma torta recheada.
4-Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal e deixar levedar em local quente durante hora e meia (no Inverno costumo colocar no forno a 50º C). No final desse tempo, pincelar com a gema desfeita num pouco de água. E cozer durante 30 min, a 200º C.

Na Bimby: Colocar no copo o leite e o sal e programar: 2 Min/37º/Vel 2. Juntar o fermento e misturar 5 Seg/Vel 4. Juntar o resto dos ingredientes e programar 3 Min/Vel Espiga. Proceder como a partir de 3.

7 de janeiro de 2010

Nachos de frango


Esta receita tem por base a que está publicada na Revista Bimby 04. Tantas vezes foi feita que um dia tinha que a mostrar aqui. É uma das maneiras mais comuns de aproveitar sobras de frango, cá em casa. Pode (e deve) polvilhar-se com cebolinho, depois de pronto. Desta vez não tinha e foi mesmo com salsa! Como os miúdos também gostam, os graúdos põe o picante na sua dose.
150 g queijo ralado (na Bimby: 10 Seg/Vel 7)
1 cebola
15 g de azeite
1 lata de tomate pelado
1 c. chá de colorau
1 c. sopa de mistura de condimentos para tacos (ou 1 c. chá de cominhos)
200 g de frango (sobras; usei de frango assado)
1 pacote de nachos (usei Nachochips)

No copo colocar a cebola e o azeite e programar 5 Seg/Vel 5.
Refogar: 5 Min/100º/Vel 1.
Adicionar o tomate, o colorau e as especiarias e programar 5 Seg /Vel 5.
Juntar o frango desfiado e programar 5 Min/100º/Vel colher inversa.
Num pyrex, colocar uma camada de nachos e por cima deitar o preparado.
Polvilhar com queijo ralado e levar ao forno a gratinar.

6 de janeiro de 2010

Bolo 2 crocantes


Em primeiro lugar, Feliz Dia de Reis!

Já celebrámos a Epifania e infelizmente, por cá, não é feriado, mas pelo menos a doçaria vai mantendo a tradição viva.
Não tenho um bolo-rei para vos oferecer mas deixo-vos o bolo que fiz na tarde do primeiro dia do ano e que muito animou a família. A sua confecção requer uma dose de paciência, porque envolve várias etapas. Tem que ser feito com alguma antecedência para que a mousse adquira a consistência adequada. Felizmente, uma alma generosa tinha publicado esta mesma receita no fórum Bimby e assim não tenho que a escrever. Para consultarem a receita, por favor cliquem aqui. Este bolo foi capa da revista Bimby 07, onde a sua receita está publicada. Não se deixem intimidar pela complexidade porque o resultado compensa muito.



5 de janeiro de 2010

Cotechino Modena com puré de batata e lentilhas


Há uns anos passei o fim de ano em Milão e provei pela primeira vez o cotechino Modena (ou de Modena), um enchido de carne de porco com consistência parecida à da salsicha e de sabor peculiar. Foi servido com lentilhas e espinafres. Neste Natal recebi um exemplar pré-cozido embalado em vácuo (obrigada MC) e que preparei para o almoço de Ano Novo. Reza a tradição italiana que esta iguaria se deve servir no primeiro dia do ano, simbolizando a gordura do porco a saúde, acompanhado de polenta ou puré, que simbolizam o ouro, e pelas lentilhas para que nunca faltem as moedas.
Cozinhei o cotechino dentro da própria embalagem, colocando-a em água fria e deixando ferver 20 minutos.
Cozinhei lentilhas. Em vez da polenta fiz puré de batata juntando algumas batatas doces, para um resultado mais dourado.
Polvilhei com salsa e servi com salada em vez dos espinafres.